“Quem me julga pelas aparências
corre o risco de nunca ver verdadeiramente o meu coração”. Essa frase foi
mencionada pelo padre Fábio de Melo, não quero dar méritos a religiões e sim a prejulgamentos
que realizamos ao nosso próximo.
Esse assunto me veio com a ajuda do filme “Um
grito de socorro” que passou ontem, dia dezenove de julho de dois mil e
quatorze, de madrugada em uma emissora aberta famosa. Um filme que conta a
historia de Jochem, um garoto acima do peso que sofre bullying e além de tudo se
apaixona pela garota bonitinha, magrinha e popular que logicamente não
corresponde essa “paixonite” do garoto que sofre muito. Bom vocês precisam
assistir pra saber o resultado, de alto só afirmo que vale a pena assistir. Tenho
certeza que vão gostar.
Vivemos isso diariamente onde
as aparências definem o caráter e nos faz sentir mais capacitados menosprezando
alguém pelo modo de ser, vestir ou agir. Esse filme me recordou o tempo de
escola. Creio que já fomos ridicularizados por alguém ou praticamos essa
discriminação, pior quando isso é realizado na igreja onde vamos buscar uma
comunhão mais profunda com Deus e o julgamento a nosso redor se torna enfático
e visível. Pera aí... Esquecemo-nos que temos teto de vidro e que a perfeição do
ser humano é indisponível.
Será que estamos fadados a
sermos rotulados pro resto da vida por termos opinião formada, personalidade
definida, estilo, crenças e escolhas?! Esperava que com o avanço da tecnologia
a mentalidade seguiria o ritmo.
Claro que esse tema é
cativante pra postarmos na internet com palavras bonitas e criarem-se filmes
emocionantes pra alcançar prêmios importantes. Mas será que colocar isso em
pratica é tão difícil?!
Bom, se usarmos um conselho fantástico
que está na bíblia conseguiremos manter
a graça sem apelarmos ou menosprezarmos alguém. “Tudo quanto, pois, queres que
os homens vos façam, assim fazei-o vós
também a eles”. MT.7:12
É valido ressaltar isso, não
busco popularidade apenas por números em redes sociais, acredito que o real
sentido da vida é propagar o amor ao semelhante. A vida é curta e a qualquer
hora pode ser a última e por que não ser amando e respeitando? Assim o IML
agradece.
ZBC - Zad\O/que
